Perfil:
Stenio Torres Cave


Arquivos:

Amigos (0)::

POSTS

Repress√£o.
11/04/2016 às 21:53

O problema da injusti√ßa no mundo hoje em dia, √© que a viol√™ncia √© encoberta em cada m√ļsica de fundo, e as pessoas sofrem opress√£o por isso. E os outros causam cada dia, cada semana mais agravo. Repress√£o...

Comentários



Pecado Original...
03/04/2016 às 21:27

Eva comeu a maçã, fruta proibida, para não deixar estragar, gente, e, Adão comeu também porque não era egoísta... "Tudo passa, mas o amor sempre fica..." (provérbio abissínio)

Comentários



Paz na Terra aos homens de boa vontade...
03/04/2016 às 21:19

Penso que eu tenho de fazer o que é certo, correto, direito; pois, existem certos conselhos que não tem préstimo. Seja a mudança que você deseja ver no mundo... O risco vem de você não saber o que está fazendo...

Comentários



Ganhar uma vez na vida. Eu l√° viverei de era uma vez, gente?!
03/04/2016 às 21:05

Penso em agir de maneira consciente e digna. √Č relativamente f√°cil se dar bem agindo lentamente. N√£o √© f√°cil ficar rico r√°pido, gente... No que diz respeito aos que defraudam o jornaleiro, penso que ainda n√£o √© minha jurisdi√ß√£o, entretanto, mais adiante posso ser devida testemunha, adequadamente, assim que for minha compet√™ncia. No entanto, penso que √© da minha compet√™ncia se um eleitor consciente, e, penso que √© compet√™ncia de cada cidad√£o...

Comentários



Eu quero ver o bem...
03/04/2016 às 20:57

Penso que não posso acatar todo ditado popular que diga respeito a outrem, embora possa considerar, pois a minha opinião é que alguns ditados são descabidos e eu discordo, por exemplo. "Tudo vale a pena se a alma não é pequena" (Fernando Pessoa) Discordo desse ditado quando está numa situação em que se está sendo prejudicado; no sentido negativo de estar sendo imposto a mim.

Comentários



Agora é para quem quiser...
03/04/2016 às 20:49

Penso que mesmo com o d√©ficit or√ßament√°rio, talvez seja cab√≠vel defla√ß√£o, sim, por causa da explora√ß√£o, penso ser adequado restitui√ß√£o devida e cab√≠vel √†s pessoas que s√£o privadas de seus bens de consumo por embargo oficial ou extraoficial no caso. Para que as pessoas possam usufruir de seus bens de consumo, e, para que os bens de consumo n√£o sejam perdidos e nem usurpados. Por causa da desonestidade. O que acontece no comercio √© isso, as lojas est√£o dando desconto nos produtos como, carros, m√≥veis e casas. Com um pre√ßo acess√≠vel as lojas vendem mais, e a margem de lucro continua a mesma. O problema n√£o era s√≥ o pre√ßo, e sim a inadimpl√™ncia. No entanto, hoje em dia √© s√≥ querer que voc√™ consegue o produto, im√≥vel, carro ou m√≥veis desejados. Como eu disse aos lojistas. Voc√™s querem vender ou ganhar dinheiro? Consegue-se ganhar dinheiro investindo em a√ß√Ķes ou empreendendo, os produtos est√£o sendo mostrados para serem vendidos. "as terras dos pobres produzem boas colheitas, mas os homens desonestos n√£o deixam que elas sejam aproveitadas." Prov√©rbios 13;23

Comentários



Cr√īnica, "o assalto."
03/04/2016 às 20:14

Quando a empregada entrou no elevador, o garoto entrou atr√°s. Devia ter uns dezesseis, dezessete anos. Negro. Desceram no mesmo andar. A empregada com o cora√ß√£o batendo. O corredor estava escuro e a empregada sentiu que o garoto a seguia. Botou a chave na fechadura da porta de servi√ßo, j√° em p√Ęnico. Com a porta aberta, virou-se de repente e gritou para o garoto: - N√£o me bate! - Senhora? - fa√ßa o que quiser, mas n√£o me bate. - N√£o, senhora, eu... A dona da casa veio ver o que estava havendo. Viu o garoto na porta e o rosto apavorado da empregada e recuou, at√© pressionar as costas contra a geladeira: - Voc√™ est√° armado? - Eu? n√£o. A empregada, que ainda n√£o largara o pacote de compras, aconselhou a patroa, sem tirar os olhos do garoto: - √Č melhor n√£o fazer nada madame, √© melhor n√£o gritar. - Eu n√£o vou fazer nada, juro. Disse a patroa quase aos prantos. Voc√™ pode entrar, pode fazer o que quiser. N√£o precisa usar viol√™ncia. O garoto olhou de uma mulher para outra. Apalermado. Perguntou: - Aqui √© o 712? - O que voc√™ quiser. Entre. Ningu√©m vai reagir. O garoto hesitou, depois deu um passo para dentro da cozinha. A empregada e a patroa recuaram ainda mais. A patroa esgueirou-se pela parede at√© chegar √† porta que dava para a saleta de almo√ßo. Disse: - Eu n√£o tenho dinheiro. Mas o meu marido deve ter. Ele est√° em casa. Vou chama-lo. Ele lhe dar√° tudo. O garoto tamb√©m estava com os olhos arregalados. perguntou de novo: - Este √© o 712? Me disseram para pegar umas garrafas no 712. Luiz Fernando Verissimo.

Comentários